Sabe aquele tipo de pessoa, que você fala, fala, orienta, ensina, mostra a maneira correta de como fazer, acompanha seu dia a dia, incentiva, enfim faz o que pode para auxiliar e mesmo assim a cabeça dura insiste em seus escorregões.
Acha que ela está certa, que quem quer ajudar está de implicância e quando a corda arrebenta, a humildade desaparece, age com arrogância, ataca quem mais fez por ela, não assume suas falhas, tenta sair pela tangente e ainda se faz de coitadinha.
Quando vê que a situação está para lá de preta e que precisa de sua ajuda no desenrolar das coisas, ainda age como se você fosse a culpada, não quer ouvir sugestões, acredita que agiu certa, e se irrita quando você mostra que no momento não adianta meias verdades.
Quando cai a ficha de que a situação é mais complicada do que pensa, continua arrogante e só pensa em desistir, não pensa que uma situação mal resolvida a perseguirá para sempre. Atrás de cada pessoa encontra uma família para auxiliá-la, para acolhê-la, para ajudá-la e nunca o contrário, assim acreditei até agora. Já não sei mais.
A única coisa que sei é que vou continuar a fazer o que minha consciência mandar, ajudar, incentivar, orientar se quiser seguir segue se não lavo minhas mãos, mas fico na retaguarda, qualquer coisa se der amparo e acolho. Tento, mas não consigo deixar para lá.
Vejo o ser humano com suas infinitas facetas... Todos tão iguais e ao mesmo tempo tão diferentes. estou aqui aguardando maturidade, responsabilidade e flexibilidade.
Heloisah
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