Por que vivo?
Qual meu objetivo aqui na Terra?
Tenho vivido no amor e na caridade?
Estou no caminho certo?
São tantos questionamentos e nenhuma resposta.
Existe um tal de livre arbitro, que justifica tudo e não esclarece nada.
Se estou indo bem é porque escolhi o caminho certo, se vou mal é o resultado de minhas escolhas erradas.
Tudo devidamente justificado mas, nenhuma palavra do destino te incentivando ou te orientando.
Andamos no escuro o tempo todo atrás de uma luz que está oculta, não a vemos, mas sabemos de sua existência.
É a luz que salva. Mas cadê essa luz? Quem a vê? Me dizem: cadê a sua fé? Respondo: cadê a luz?
A luz não é para todos? É só para quem tem fé?
Não somos todos filhos do mesmo Pai?
Perante Ele não somos todos iguais? Então porque alguns vê a luz e outros não? Novamente a história do livre arbitro.
Ver ou não a luz é resultado de nossas escolhas de vida. Viver o amor ao próximo, a caridade, a justiça, a obediência é caminho para poucos.
Cada dia percebo que trilhar o caminho inverso é muito mais fácil, todos te ajudam, te empurram para frente, te acompanham e incentivam.
Mas para trilhar o caminho da luz, poucos te acompanham e te incentivam, ao contrário, muitos tentam de desviar.
De manhã sozinha no meu quarto, traço meus objetivos para o dia. Minha boa intenção só dura o tempo da solidão, basta encontrar outra pessoa e tudo azeda, vivemos em sintonias diferentes.
Quero tanto elevar minha sintonia, mas não consigo. Continuo na difícil tentativa de crescer espiritualmente...
Vivendo na esperança de aprender cada dia mais...
Heloisah
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